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Crise Econômica

Como as empresas e colaboradores devem enfrentar a crise

Gestão Estratégica

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Up LeaderA nossa paixão é o desenvolvimento de pessoas e organizações. Utilizamos metodologias ativas (hands-on) com objetivo de desafiar a empresa a criar possibilidades, utilizando novas formas de pensar e agir na construção de soluções consistentes e inovadoras para o negócio.

12/01/2020 21h06Atualizado há 4 meses
Por: Rafael Fischer
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Gestão da Crise
Gestão da Crise

Que o mercado ainda está passando por uma crise, isso está claro para todo mundo. Apesar de a economia dar sinais de melhoria, há muita coisa que precisa ser feita. Seja por problemas políticos ou por problemas econômicos, não há um setor que não esteja passando por reajustes das contas. O grande temor sobre uma crise é a incerteza do que acontecerá nos próximos dias, meses e anos. Por um lado, você tem os colaboradores que vão fazer de tudo para permanecer no emprego, tomando atitudes positivas e negativas. Por outro, existem empresas que precisam cortar gastos para manterem-se ativas.

Vendo o lado dos colaboradores, existem aqueles que vão diretamente à liderança e perguntam o que pode ser feito para reduzir os custos, outros vão propor mudanças no comportamento e nos procedimentos para ajudar a empresa a passar pela crise e, também, se manter no emprego. Em contrapartida, sempre vão existir aqueles profissionais negativos que sempre vão falar que vai dar errado e não estão dispostos a ajudar.

No lado da empresa, os empresários tentarão de todas as formas manterem suas empresas ativas e competitivas no mercado. Reduções de custo serão feitas de qualquer forma, independentemente da vontade dos funcionários. Corte de hora extra, promoções e novas contratações estarão bloqueadas por algum tempo. Contudo, essas medidas não podem ser utilizadas com objetivo único de aumentar os lucros.

Com isso, acreditamos que algumas informações são importantes, nessa relação, para que tenha o menor impacto possível para a pessoa mais importante na empresa, o cliente:

Estratégia das Empresas:

  1. 1 - Ter uma comunicação clara e direta com os colaboradores, evitando conversas desfocadas. Em vários casos que fizemos consultoria, era nítida a falta de clareza tanto por parte da empresa, que não tinha o seu Porquê definido e difundido por toda a corporação, quanto por parte dos colaboradores que sequer sabiam a importância de seus papéis na construção do resultado da empresa.

  2. 2 - Promover o envolvimento de todos no processo de redução de custos e criação de melhoria de processos. Do porteiro ao CEO, todos são responsáveis pelo sucesso da empresa. Só existem dois tipos de funcionários em uma empresa: os que vendem e os que ajudam a vender.

  3. 3 - Pensar, antes de tudo, nos possíveis impactos que cada decisão causará nos clientes, afinal de contas o custo para recuperá-lo é muito maior que mantê-lo. Em tempos de escassez de recursos/consumo, qualquer custo que afete a experiência de compra do cliente pode ser fatal para os negócios e sem vendas, sem empresas!

  4. 4 - Números. Não importa se você gosta ou não deles, mas se você não tem uma DRE – Demonstrativo de Resultado do Exercício, você não tem uma empresa. Por menor que seja, todo custo é importante. O empreendedor precisa analisar cada conta e entender onde pode tirar o melhor proveito do recurso investido.

Estratégia dos Colaboradores:

  1. 1 - Entender que a crise é uma oportunidade é um excelente momento para sair da zona de conforto. Somente em momentos como esses, é que nossas habilidades e atitudes são postas à prova. É fundamental ter jogo de cintura e inteligência emocional. Ter empatia para entender que a situação está difícil para ambos os lados é a chave do negócio.

  2. 2 - Da mesma maneira para as pessoas, que nos momentos de crise, é que sabemos quem está para ajudar e quem não está, acontece com as empresas. A situação não está ruim apenas para os funcionários, mas também para as organizações, uma coisa é certa, quem estiver ajudando nos momentos ruins, certamente será lembrado quando o mercado melhorar.

  3. 3 - Engajar outros colaboradores a ter o mesmo comportamento que o seu, mesmo sabendo que não temos o poder sobre as pessoas. Rever todas as formas como as atividades são realizadas e verificar o que pode ser feito para reduzir as despesas e custos da empresa;

Logo, percebe-se que independentemente do papel que se exerce, seja como empresário ou colaborador, existem vários desafios, desde se reinventar no mercado escasso, buscar a melhoria contínua de processos e minimizar os impactos causados pela crise. Com isso vemos que independente em que lado se está atuando, a gestão é a chave para o diferencial, seja a gestão da empresa de modo mais eficaz possível, seja a gestão da carreira do colaborador. A crise faz todos os lados saírem da zona de conforto, e o desafio é pensar quais as alternativas devem ser escolhidas.

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Fonte: Climatempo
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